Turma da Mitologia – 5 Ano Tarde

Depois que escolhemos o nome da nossa turma, a primeira coisa que tínhamos que descobrir era o que era Mitologia, exatamente.

Todo mundo pesquisou e no dia 27 de março apresentamos nossas descobertas e fizemos esse texto:

    Mitologia  é o estudo de mitos, lendas e a interpretação deles em alguma cultura.    Os mitos são histórias populares (ou religiosas) complexas, com vários pontos de vista das pessoas que viviam na época em que foram criados. Normalmente os mitos são narrativas nas quais se usa a linguagem simbólica.

    Essas histórias procuram mostrar e descrever a origem e as hipóteses de alguma cultura, ou explicar a criação do mundo, do universo, ou qualquer outro assunto difícil de explicar.

    Existem muitos tipos de mitologia porque existem muitos povos, antigos ou atuais.

    Nós estamos expondo informações das mitologias que estudamos até agora e os desenhos que fizemos logo estará disponível aqui!

                  Turma da Mitologia


      Rômulo e Remo

          Segundo a lenda, Rômulo e Remo, irmãos gêmeos, eram filhos do deus  Marte e da mortal Réia Sílvia, filha de Numitor, rei de Alba Longa.

Amúlio, irmão do rei Numitor, deu um golpe de estado, apoderou-se da coroa e prendeu Numitor. Réia Sílvia foi presa também para que Numitor não tivesse filhos.

Entretanto, Marte casou-se com Réia, que deu à luz aos gêmeos Rômulo e Remo.          Amúlio, ao saber do nascimento das crianças, as jogou no rio Tibre. A correnteza jogou à margem os irmãos, que foram encontrados por uma loba, que teria amamentado e cuidado dos dois até que estes fossem achados pelo pastor Fáustulo, que junto com sua esposa os criou como filhos.

Rômulo é o fundador da cidade de Roma.

                                                Matheus e Victor Hugo

Dragão Chinês

          O dragão chinês aparece também em outras culturas orientais, e às vezes também é conhecido como dragão oriental.

         Dragão (long em chinês, yong ou ryong em coreano, e ryu em japonês) segundo a mitologia chinesa, foi um dos quatro animais sagrados convocados por Pan Ku, que é o deus criador, para participarem na criação do mundo.

É  uma mistura de vários animais: olhos de tigre, corpo de serpente, patas de águia, chifres de veado, orelhas de boi, bigodes de carpa e etc.

Representa a energia do fogo, que destrói mas permite o nascimento do novo (a transformação). Simboliza a sabedoria e o Império.

 

                                                        Rajah e Leonardo

 

  O Boitatá

          Também conhecido como “fogo que corre”, o boitatá, no folclore brasileiro, é uma grande cobra de fogo.

Este bicho imaginário foi citado pela primeira vez em 1560, num texto do padre jesuíta José de Anchieta. Na língua indígena tupi, “mboi” significa cobra e “tata” fogo.

 

                   A lenda no Norte e Nordeste

         De acordo com a lenda, o boitatá protege as matas e florestas das pessoas que provocam queimadas. O boitatá vive dentro dos rios e lagos e sai para queimar as pessoas que praticam incêndios nas matas. De acordo com esta lenda, o boitatá possui a capacidade de se transformar num tronco de fogo.

 

                                      A lenda no Sul

         Numa lenda do sul do Brasil, a explicação para o surgimento da cobra de fogo está relacionada ao dilúvio (história bíblica que fala sobre a chuva que durou 40 dias e 40 noites). Após o dilúvio, muitos animais morreram e as cobras ficaram rindo felizes, pois havia alimento em abundância. Como castigo, a barriga delas começou a pegar fogo, iluminando todo o corpo.

                                                                        Isabela

 

  O Centauro

          Os centauros são uma raça de seres com o corpo metade de cavalo e a outra metade de ser humano.

Viviam nas montanhas de Tessália e repartiam-se em duas famílias: os filhos de Íxion e Nefele, que simbolizavam a força bruta, insensata e cega, e os filhos de Filira e Cronos, que representavam, ao contrário, a força aliada à bondade, a serviço dos bons combates.

 

                    A lenda do guaraná

Um casal de índios da tribo Maués, vivia junto por muitos anos sem ter filhos. Os dois desejavam muito ser pais. Um dia eles pediram à Tupã para dar a eles uma criança para completar aquela felicidade. Tupã, o rei dos deuses, sabendo que o casal era cheio de bondade,  atendeu o desejo, e nasceu um lindo menino.

 O tempo passou rapidamente e o menino cresceu bonito, generoso e bom. No entanto, Jurupari, o deus da escuridão, sentia uma extrema inveja do menino e da paz e felicidade que ele transmitia, e decidiu matá-lo.

Um dia, o menino foi colher frutos na floresta e Jurupari  aproveitou para lançar sua vingança. Ele se transformou em uma serpente venenosa e mordeu o menino, matando-o instantaneamente.

         A triste notícia se espalhou rapidamente. Neste momento, trovões ecoaram e fortes relâmpagos caíram pela aldeia. A mãe, que chorava em desespero, entendeu que os trovões eram uma mensagem de Tupã, dizendo que ela deveria plantar os olhos da criança e que deles uma nova planta cresceria dando saborosos frutos.

         Os índios obedeceram aos pedidos da mãe e plantaram os olhos do menino. Neste lugar cresceu o guaraná, cujas sementes são negras, cada uma com uma marca em seu redor, imitando os olhos humanos.

                                       Walleska, Isabelle e Vitória

    Anúbis

          É o deus do Juízo e dos Mortos.  Geralmente representado com a cabeça de um chacal ou de um cachorro negro, foi associado aos ritos funerários. Sua mãe, Neftis, enganou Osíris, então governante do Egito, para dar-lhe um filho, já que ela não tinha filhos com seu malvado marido Set.

Quando Set derrubou Osíris, o bebê Anúbis foi escondido nos pântanos do Nilo para ficar protegido contra a ira de Set. Lá foi encontrado por Ísis, que o adotou.

        Quando Osíris foi para o oeste a fim de governar o mundo inferior, Anúbis realizou seu embalsamento com ajuda da magia de Ísis. 

         Antes da ascenção de Osíris, Anúbis era o principal guardião dos mortos. Ele continuou guardião sob o domínio de Osíris, guiando os mortos até o local do julgamento e ajudando-os a pesar suas almas.

                               Vitor A.  e  Marcos V.  

Shiva

         É o segundo deus da Trimurti hindu, ou trindade de deuses.

         Shiva é conhecido como “o destruidor”. Seu poder destrutivo é equilibrado pelo de criação, sua dança selvagem é equilibrada pelo amor à meditação e seu julgamento rápido é equilibrado pela misericórdia.

          Shiva sempre teve grande força e muitas armas, mas aumentava seu poder enganando os outros deuses quando eles precisavam se sua ajuda.

                                     Luísa

 

 Dragão de Wawel

          O Dragão de Wawel (Smok Wawelski, em polonês) é uma das mais antigas e conhecidas lendas da Polônia. Ele aterrorizava o país do príncipe Krak.

         Quando o príncipe se preparava para combater o dragão, foi interrompido por um humilde sapateiro chamado Skuba, que propõe uma forma mais inteligente de derrotar o Dragão de Wawel, e os dois conseguiram matar a fera.

           É claro que o sapateiro casou-se com a princesa do reino, que se chamava Wawel.

                                                                   Sofia e Tainá

 Thor e o Mijjölnir

         Thor, o Grande Thor, é o deus do trovão, é um deus viking. É filho de Odin (pai de todos os deuses), irmão de Tyr e Loki. 

         Thor segura seu martelo, que se chama Mijjölnir. Esse martelo é mágico, porque tem poderes paranormais que comanda raios. No martelo existe um símbolo parecido com um triângulo feito de anéis, conhecido como “Os três raios de Thor”. 

                 Guilherme e Felipe  

 Ewá

         Orixá das chuvas, rainha dos mistérios e da magia.  Jovem virgem que recebeu de Orunmilá o poder de ler os búzios (o oráculo de Ifá). Comanda os astros e está ligada às mudanças e transformações das águas.Veste-se de vermelho e branco. Seu dia é sábado e sua saudação é “Ri-ró”. 

Seus filhos são pessoas extremamente metódicas e racionais, costumam traçar metas para tudo. São conservadoras, acabam sofrendo com o excesso de rotina que conseguem estabelecer em suas vidas.

         Iara,  Beatriz,  Ana Elisa e  Lívia

 

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